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Ovinocultura

A raça de ovinos Santa Inês foi criada no Nordeste Brasileiro na década de 1950, quando o animal era chamado de “pelo-de-boi”. O Santa Inês é considerado como sendo resultante de cruzamentos, seguidos por períodos de seleção e evolução pela ausência de lã, resultado da fusão dos patrimônios genéticos de forma alternada e desordenada das raças mais antigas do Nordeste: Morada Nova (variedades vermelha e branca), Bergamácia e em menor escala, a Somalis. A sua coloração não é uniforme, encontrando-se animais com pelagens bastante variadas, tais como vermelha, chitada, branca e preta.

Hoje a raça pode ser encontrada não somente no Nordeste, mas em todas as regiões do Brasil, inclusive no Centro Oeste, especialmente no Pantanal Sul-Mato-Grossense, onde despontou como uma excelente alternativa para os criadores desta região que buscam animais de resistentes, de grande porte, com pelo curto, produtivos e perfeitamente adaptados às condições pantaneiras. Além dessas características, é bastante fértil, prolífico, precoce e as fêmeas se destacam ainda pela habilidade materna e excelente capacidade leiteira.

Em 2004, a visão empreendedora dos proprietários levou à instalação uma criação de ovinos de corte na Fazenda 23 de Março, aproveitando a vocação natural da região pantaneira. Decidiram então investir nos ovinos Santa Inês e adquiriram exemplares de tradicionais pecuaristas do país. Atualmente a Fazenda possui um rebanho de 120 ovinos e disponibiliza aos amigos Reprodutores Santa Inês criados a campo, totalmente adaptados ao clima do Pantanal Sul-Mato-Grossense.

Mariana Gilberti Urt – Médica Veterinária

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